I’ve been making a list of the things they don’t teach you at school. They don’t teach you how to love somebody. They don’t teach you how to be famous. They don’t teach you how to be rich or how to be poor. They don’t teach you how to walk away from someone you don’t love any longer. They don’t teach you how to know what’s going on in someone else’s mind. They don’t teach you what to say to someone who’s dying. They don’t teach you anything worth knowing.

Neil Gaiman


Mais uma vez me encontro na mesma situação, parece que é 2007 denovo. A sensação que eu tenho é que no final vai ser tudo a mesma coisa… diz aí, Noel.

Sing a sad song
In a lonely place
Try to put a word in for me
It’s been so long
Since I found this place
You better put in two or three
We as people, are just walking ’round
Our heads are firmly fixed in the ground
What we don’t see
Well it can’t be real
What we don’t touch we cannot feel

Where we’re living in this town
The sun is coming up and it’s going down
But it’s all just the same at the end of the day
And we cheat and we lie
Nobody says it’s wrong
So we don’t ask why
Cause it’s all just the same at the end of the day
We’re throwing it all away
We’re throwing it all away
We’re throwing it all away at the end of the day

ALWAYS THE SAME!
nem me deprimo mais hahaha


Nascemos em meio ao caos. Quando tudo mudava, quando muros caíam, quando mais uma guerra sem motivo acontecia, quando a economia passava por seu pior momento. Enquanto pessoas pintavam o rosto de verde e amarelo para depor um presidente corrupto e a internet começava a dava seus primeiros passos.

Em meio a tudo isso, o oxigênio entrava pelos nossos pulmões pela primeira vez. Todo o glamour tornara-se decadente, toda alegria virara melancolia. E nós ainda éramos crianças.

Tivemos tudo o que queríamos, nos desinteressamos pelo mundo. Frequentamos psicólogos ainda muito novos, envelhecemos mentalmente. Escolhemos não nos envolver, nos tornamos individualistas. As informações foram enfiadas guela abaixo, sem nos dar chance de escolher. Reclamamos de tudo e de todos, do mundo.

No entanto, tentamos consertar estragos. Somos conscientes, muito mais do que qualquer outra geração. Não temos uma causa e chamam-nos de rebeldes. Crescemos na transição do mundo, de uma era, de um milênio. E agora, quem somos?

Disputamos vagas de emprego com pessoas que poderiam ser nossos pais. Nos tornamos chefes ao vinte anos. Nos fins de semana bebemos, dançamos, ouvimos músicas e tentamos fugir da realidade. Tudo para esquecer do caos cotidiano.

Terminamos a faculdade e não sabemos o que fazer. É mais uma fase que acaba sem ao menos terminar. Vivemos rápido demais e tudo ao mesmo tempo para tentar acompanhar o mundo, evoluir com ele.

Somos uma aposta. Nosso destino já foi traçado pelas gerações anteriores. Presenciamos o caos, vivemos na sujeira. Precisamos salvar o mundo mas não acreditamos em Deus nem em super-heróis.

Essa é a geração das falsas esperanças e da decadência. E ainda assim, somos brilhantes.